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sábado, 5 de abril de 2008

Capital de giro

Capital de giro é o conjunto de valores necessários para a empresa fazer seus negócios acontecerem (girar). Existe a expressão "Capital em Giro", que seriam os bens efetivamente em uso.

Em geral de 50 a 60 % do total dos ativos de uma empresa representam a fatia correspondente a este capital. Além de sua participação sobre o total dos ativos da empresa, o capital de giro exige um esforço para ser gerido pelo administrador financeiro maior do que aquele requerido pelo capital fixo.

O capital de giro precisa ser acompanhado e monitorado permanentemente, pois está sofrendo o impacto das diversas mudanças no panorama econômico enfrentado pela empresa de forma contínua.

As dificuldades relativas ao capital de giro numa empresa são devidas, principalmente, à ocorrência dos seguintes fatores:

- Redução de vendas
- Crescimento da inadimplencia
- Aumento das despesas financeiras
- Aumento de custos

Denominando-se de "aplicação permanente" as contas não circulantes do ativo e de "fonte permanente" as contas não circulantes do passivo, define-se como Capital de Giro (C.D.G.) a diferença entre as fontes permanentes e aplicações permanentes.

C.D.G. = Passivo Permanente - Ativo Permanente.

O Capital de Giro também é um conceito econômico - financeiro e não uma definição legal, constituindo uma fonte de fundos permanente utilizada para financiar a Necessidade de Capital de Giro.

O Capital de Giro apresenta-se razoavelmente estável ao longo do tempo. O Capital de Giro diminui quando a empresa realiza novos investimentos em bens do ativo permanente (aumento dos imobilizados).

Todavia, esses investimentos são, em geral, realizados através de "Autofinanciamento" (empréstimos a longo prazo, aumento do capital em dinheiro e lucros líquidos) que por sua vez, aumentam o Capital de Giro (aumento das fontes permanentes) compensando, aproximadamente, a diminuição provocada pelos novos investimentos.

O Capital de Giro pode ser negativo. Neste caso, as aplicações permanentes são maiores do que as fontes permanentes, significando que a empresa financia parte de seu ativo permanente com fundos de curto prazo. Embora esta condição aumente o risco de insolvência, a empresa poderá se desenvolver, desde que sua Necessidade de Capital de Giro seja, também negativa.

Em Contabilidade, existe o Capital de Giro Circulante, que seria a diferença do Ativo Circulante e do Passivo Circulante, grupos de contas do Balanço Patrimonial.

Esse índice é decomposto na Demonstração conhecida legalmente como Demonstração de Origens e Aplicação, fonte de valiosas informações econômicas da Entidade Contábil. Essa Demonstração (que antes da lei das S/A também já foi chamada de Demonstração de Fundos), pode ser combinada com a Demonstração de Fluxo de Caixa , acrescentado-se informações financeiras de uso gerencial.

Os conceitos financeiros e contábeis provieram de pontos clássicos da Economia. O Capital Circulante, sob essa abordagem, é um conceito criado como o oposto do Capital. Adam Smith e principalmente David Ricardo, foram os primeiros a estudar essa matéria de uma forma científica, própria da Ciência Econômica.


O Grupo Empresarial Pacto Mercantil
TEM CADASTRO E REGISTROS NOS ÓRGÃOS COMPETENTES PARA FAZER A CONSULTORIA, ENQUADRAMENTO, AGENCIAMENTO, ADMINISTRAÇÃO COMPARTILHADA E AUDITORIA DE PROJETOS NESSE SEGUIMENTO

Para maiores Informações será necessária entrevista, consultoria e auditoria



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- SAC - Rio de Janeiro - RJ
> 21.4063.4991
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> 61. 4063.8557
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www.pactomercantil.com



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sexta-feira, 4 de abril de 2008

Credito Financeiro e Investimentos

Pacto Consultoria Mercantil


Grupo Empresarial focado em Consultoria Empresarial, Auditoria, Administração, Agenciamento, Captação,Investimento Financeiro, Factory, Seguros. IMPORTAÇÃO e EXPORTAÇÃO www.pactomercantil.com

Credito Financeiro e Investimentos

Consultoria e Investimentos para micro, pequenos, médios e grandes negócios. Desenvolvemos todos os procedimentos para operações de crédito e financiamento junto a fundos de investimento, nacionais, internacionais e seus agentes financeiros credenciados.

Elaboramos projetos de viabilidade econômica e financeira para investimentos em implantações, expansões, reestruturações, capacitação para exportações, capital de giro e modernização de empresas.

Extenso relacionamento com o mercado financeiro.Atuação com mais de uma década, com grande volume de projetos e operações bem sucedidas, para construção civil e novos empreendimentos, indústrias, setor tecnológico, químico, produtos de consumo, empresas comerciais, de serviços, agropecuárias, produtos rurais, petroquímico, telecomunicações, entidades de terceiro setor, educacionais, etc...

Atendemos em todo o território nacional
Operamos sobre contrato, sigilo assegurado dentro das normas éticas e legais.Operamos a co-gestão de empresas em dificuldades financeiras, capital de risco, compra e venda de partes sociais.

PRODUTOS Financeiros empresariais
*crédito sujeito a aprovação

Financiamentos para EMPRESÁRIOS de Micro, Pequenos e Grandes Negócios: Estes empreendimentos podem ser formais ou Informais; Também é destinado para quem trabalha por conta própria; O Empreendedor tem que estar atuando diretamente no empreendimento no mínimo há 12 meses.

Capital :
Tem como objetivo financiar o ciclo operacional ou a revitalização da empresa,Trata-se de linha exclusiva para financiamento do ciclo operacional da empresa. Destinado para compra de maquinas ou mercadorias, formação de estoque, suprir necessidades imediatas, desenvolver campanhas de divulgação, pagamento de fornecedores, etc.

Quais são os prazos para financiamento?
O prazo de cada operação deverá ser negociado com o Agente de Crédito de 12 meses a 13 anos, exceto para recebíveis.

Qual é a forma de pagamento das prestações?
O pagamento das prestações podem ser contratados com carência de até 5 anos com pagamentos mensais contendo o valor do principal financiado mais juros e encargos.

Quando os encargos são cobrados?
Os valores referentes à TAC são financiados automaticamente no ato da contratação,
taxas de juros a partir de 0,68% > media a partir de 7,00% ao ano.

Auditoria e Consultoria para elaboração > R$ 5.000,00 (Negociável )
R$ 2.000,00 na contratação + R$ 3.000,00 na apresentação do projeto.

Captação financeira
Consultoria p Agenciamento custo de consultoria e prestação de contas varia por projeto.
Consultoria p Auditoria custo de auditoria e prestação de contas varia por projeto.
> Incluído equipe contábil jurídica e auditores técnicos.
> despesas de viagens, hospedagem, certidões entre ouro custos operacionais são pagas pelo cliente...


Quais são as garantias?
Para contratação de uma operação de Investimento as garantias exigidas poderão ser:
Alienação de veículos, máquinas, aval imobiliário, duplicatas, notas promissória, cheques pré-datados e avalistas.



Produtos financeiros

Linha Básica


Pessoa física
Investimento de R$ 500,00 a R$ 300.000,00

Pessoa jurídica
Micro crédito empreendedor até R$ 450.000,00

>>> Crédito Empreendedor >>> Pequenas, Medias e Grandes Empresas

Linha bronze
Outras linhas super fáceis de até R$ 1.000.000,00 outras melhores que vão até R$ 3.000.000,00

Linha prata
Voltado para grandes indústrias, construtoras e rede hoteleira.
Para partir de 5 milhões de reais sem muita burocracia
com taxa anual em torno de 7% ao ano e carência ótima de até 3 anos

Linha ouro
Com um pouco mais de burocracia 5 milhões de reais até R$ 1 Bilhão de reais.

Trabalhamos como empresa de chancela e administração compartilhada para Investimentos
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quinta-feira, 3 de abril de 2008

Credito Financeiro e Investimentos

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Prazo médio de financiamentos

Prazo médio de financiamentos aumenta para pessoa física e cai para empresas

Kelly Oliveira
Repórter da Agência Brasil





Brasília - O prazo médio de financiamentos para pessoas físicas subiu de 445 dias corridos, em janeiro, para 447, segundo dados divulgados hoje (25) pelo Banco Central. No caso das empresas, cai de 307 para 303. O prazo médio que chegou a 369 dias corridos em fevereiro, contra 371 observados em janeiro deste ano.

No caso do financiamento de veículos, de janeiro para fevereiro, o prazo médio para compra de carros permaneceu em 594 dias corridos, o mesmo tempo observado em janeiro. O prazo médio para o crédito pessoal passou de 475, em janeiro, para 477 dias corridos em fevereiro.

(24), o ministro da Fazenda, Guido Mantega, negou que o governo esteja estudando medidas para reduzir o número de parcelas de financiamentos. Segundo ele, o governo pretende apenas assegurar o crescimento estruturado da economia por meio do estímulo aos investimentos.

Na semana passada, Mantega teria dito que empréstimos de 80 ou 90 prestações para aquisição de veículos seriam muito longos. A restrição ao crédito, ou seja, a determinação de fixar número de parcelas seria uma forma do governo conter a inflação.

O ministro afirmou que manterá nesses dias conversas com representantes das indústrias automobilística, siderúrgica e de cimento. Amanhã (26), ele informou que se reunirá com representantes de instituições financeiras para avaliar a expansão do crédito no país.

"Se o setor financeiro disser que segura a alavancagem [crescimento da demanda], estarei mais seguro. A preocupação não é com o presente, mas com o futuro", afirmou.

Volume de crédito chega a 35% do PIB

Volume de crédito chega a 35% do PIB, o maior resultado desde maio de 1995

Kelly Oliveira
Repórter da Agência Brasil

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Brasília - Relatório divulgado hoje (25) pelo Banco Central aponta que, em fevereiro deste ano, a relação entre o volume de crédito e o Produto Interno Bruto (PIB) ficou em 34,9%, o maior resultado desde maio de 1995, quando chegou a 35,1%. Anteriormente, essa relação chegou a 36,8%, em janeiro de 1995. O PIB é a soma soma de todos os bens e serviços produzidos no país.

Na avaliação do chefe do Departamento Econômico do Banco Central, Altamir Lopes, as taxas de crescimento do volume de crédito no país são "bastante confortáveis" e não geram preocupação, já que a inadimplência está "comportada".


A expectativa, segundo Lopes, é que o volume de crédito neste ano cresça entre 20% e 25% em relação ao ano passado, o que vai representar cerca de 40% do PIB. "Não é uma relação elevada quando se compara a economias similares à brasileira", avaliou.

Segundo ele, a média da relação entre o volume de crédito e o PIB, do período 1994 a 2000, ficou em 37,97% no Brasil. Já no Canadá, o índice ficou em 60,57%, nos Estados Unidos 44,19% e no Japão 116,79%.

"Não é um crescimento muito forte no seu conjunto. Para alguns segmentos, evidentemente que tem crescimento mais forte", afirmou Lopes. Ele citou, por exemplo, o caso das operações de leasing, linha de empréstimo comumente usada na aquisição de carros. Essas operações cresceram em janeiro 5,2%, na média, em relação a fevereiro. "Para a pessoa pessoa física, o crescimento foi de 8,4% no mês, em 12 meses, um crescimento de 96%, que também está em linha com o comportamento do mercado de automóveis".

Altamir Lopes ponderou, no entanto, que boa parte das vendas de veículos é com pagamento à vista. Ele citou dados da A Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras (Anef). Segundo a instituição, em 2007, 28% das vendas de veículos foram à vista, 30% por meio de leasing, 38% por outros financiamentos e 4% por meio de consórcios. Em 2004, essas porcentagens eram de 34%, 10%, 47% e 9%, respectivamente.

Ontem (24), o ministro da Fazenda, Guido Mantega, negou que o governo esteja estudando medidas para reduzir o número de parcelas de financiamentos. Segundo ele, o governo pretende apenas assegurar o crescimento estruturado da economia por meio do estímulo aos investimentos.

O chefe do Departamento Econômico do BC, disse desconhecer as medidas citadas pelo ministro, ao ser questionado sobre o assunto. "Não conheço as medidas e não as comento portanto", respondeu.

Para Lopes, é preciso observar constantemente os dados de inadimplência. "Evidentemente tem que estar olhando sempre isso. Mesmo porque tem novos entrantes para esse mercado. A cada vez que se observa um novo tomador de crédito, tem que ter muito cuidado com análise de risco desse novo agente, cujo histórico é desconhecido", disse.

Ele acredita que as instituições têm cumprido bem o papel de fazer a análise de risco "uma vez que a inadimplência vem bastante comportada". "[A indadimplência] é um indicador razoável da saúde dessas carteiras. Isso não significa que não possa ter [problemas] depois".

Segundo dados divulgados hoje (25) pelo Banco Central, o prazo do financiamento para veículos, em fevereiro, chegou a quase 20 meses, ou 594 dias corridos. É o maior da série histórica, iniciada em 1994. No caso do prazo para pessoas físicas, de 447 dias, também é o mais elevado da série histórica. Para as empresas, o prazo médio foi de 303 dias, contra os 307 dias registrados em janeiro.

Para Lopes, na média, não se está praticando prazos muito longos, como de 90 prestações. "Se você fizer um financiamento tão longo, transcorrida a metade do prazo, a depreciação [do bem] é enorme", afirmou. Ele disse ainda que, para os financiadores, o risco é evitado, uma vez que as taxas de juros devem ser elevadas o suficiente para cobrir um possível prejuízo. "Com uma taxa que permita recuperar [o valor do veículo] na metade do prazo", exemplificou.



BID ( Banco Interamericano de Desenvolvimento)oferecerá crédito

BID oferecerá crédito de US$ 4,5 bilhões ao Brasil neste ano


Agência Brasil






Brasília - O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) vai disponibilizar uma linha de crédito de US$ 4,5 bilhões para novos projetos no Brasil neste ano. Deste total, cerca de US$ 800 milhões irão para obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), segundo anunciou hoje (27) o presidente da instituição, Luiz Alberto Moreno, ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

“A principal linha de crédito que temos é com o BNDES [Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social] , de US$ 1 bilhão, basicamente para a pequena e média empresa”, disse Moreno, após encontro com Lula no Palácio do Planalto.

De acordo com o presidente do BID, 70% dos projetos a serem financiados são dos governos federal e estaduais, e 30%, da iniciativa privada.

Em 2008, o BID deve liberar US$ 10,5 bilhões para toda a América Latina – quase a metade ficará para o Brasil. No ano passado, o Brasil recebeu US$ 2,3 bilhões da instituição.

Sobre projetos brasileiros com vizinhos sul-americanos, Moreno afirmou que o BID financiará a construção do chamado corredor oceânico, rodovia que ligará o Atlântico ao Pacífico, passando por Brasil, Bolívia, Paraguai, Argentina e Chile.



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Micro Credito Empreendedor


2 de Abril de 2008 - 19h31 - Última modificação em 2 de Abril de 2008 - 19h31


Acesso ao microcrédito é baixo devido ao pouco número de cooperativas, diz diretor do BNDES

Aline Beckstein
Repórter da Agência Brasil


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Rio de Janeiro - Apenas 600 mil empreendedores informais, dos cerca de 10 milhões do país, recebem recursos de programas de microcrédito do governo federal. Destes, 80 mil recebem recursos do Banco Nacional do Desenvolvimento Social e Econômico (BNDES).

Na opinião do diretor da área de Inclusão Social do banco, Élvio Gaspar, o motivo é o baixo número de instituições que fazem a intermediação entre os empreendedores informais e o BNDES. Segundo ele, existem pouco mais de mil instituições. São cooperativas de crédito e Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscips), responsáveis por tomar recursos do BNDES e emprestá-los aos microempreendedores.

Ainda de acordo com Gaspar, apenas 70 dessas instituições são de grande porte e conseguiram, no ano passado, ter acesso a recursos superiores a R$1 milhão. As menores, com uma estrutura menos organizada, acabam recebendo recursos inferiores, o que dificulta os empréstimos aos microempreendedores.

Gaspar disse que, diante dessa realidade, o BNDES quer investir no Progrma de Desenvolvimento Institucional, cujo objetivo será fortalecer as pequenas cooperativas, com a liberação de recursos para o treinamento de pessoal e compra de máquinas.

“Nós iremos incrementar o PDI [Programa de Desenvolvimento Institucional], que foi assinado com o Banco Interamericano e o Ministério do Trabalho. Através desse programa, nós emprestamos, entramos em seguida com dinheiro não reembolsável para a compra de equipamentos e treinamento de pessoal”, explicou.

O BNDES repassa os recursos para cooperativas e Oscips com reajuste pela Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP) mais 1,5%, sem os custos relativos ao risco, o chamado spread. As instituições se comprometem a conceder empréstimos aos microempreendedores a um juro máximo de 4% ao mês.



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Crédito para máquinas e equipamentos

Crédito para máquinas e equipamentos eleva desembolsos do BNDES para micro e pequenas empresas

Alana Gandra
Repórter da Agência Brasil

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Rio de Janeiro - O crescimento do financiamento do produto Finame, destinado à compra de máquinas e equipamentos, explica em grande parte a ampliação dos desembolsos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social para as micro, pequenas e médias empresas.

A avaliação foi feita hoje (20) à Agência Brasil pelo economista Edson Luiz Moret de Carvalho, da área de Operações Indiretas do banco.

Segundo ele, entre março de 2007 e fevereiro de 2008, houve aumento de 52,3% nos desembolsos do BNDES para esse segmento quando comparado aos 12 meses anteriores.

No período pesquisado, os desembolsos cresceram 83,7% na região Norte; 61,6% no Centro-Oeste; 60,8% no Nordeste; 58,4% no Sul; e 42,4% no Sudeste.

Nos 12 meses encerrados em fevereiro deste ano, foram realizadas 89.594 operações de empréstimo a micro, pequenas e médias empresas em todo o país, o que representou um aumento de 71% em relação às operações efetuadas nos 12 meses anteriores.

Entre janeiro e fevereiro de 2008, foram feitas 13.421 operações de financiamento a esse tipo de empresas. Isso significou um crescimento de 46% em comparação ao primeiro bimestre do ano passado.

Segundo Moret, no conceito de micro, pequena e média empresa também está inserida a pessoa física, que envolve a atividade agrícola e de serviços.

Na avaliação do economista, a evolução dos financiamentos para as micro, pequenas e médias empresas demonstra o crescimento da economia e do setor de máquinas e equipamentos.

Para obtenção de crédito, o BNDES considera micro empresas aquelas que apresentem faturamento anual de até R$ 1,2 milhão.

As pequenas empresas vão dessa faixa até R$ 10,5 milhões, enquanto as médias se situam acima desse valor até R$ 60 milhões por anoano. A partir desse faturamento, são consideradas grandes empresas.



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